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Selo do Templo de Quimbanda Império de Padilha
Pentagrama de galhos montado na mata, com oferenda

Esclarecimento

O culto, dito como é

A Quimbanda é culto a Exu, a Pombagira, aos mortos e à ancestralidade. Tem fundamento próprio, liturgia própria e entidades próprias.

O que circula sobre ela quase sempre vem de fora — de quem nunca entrou num templo, de quem precisa que ela seja o oposto de alguma coisa. Esta página existe para corrigir o que se diz, ponto a ponto.

O fogo sombrio desperta, a vontade se torna poder.

Correções

O que dizem, e o que é

Quimbanda é Umbanda com outro nome.
Não é. São cultos distintos, com fundamento, liturgia e entidades próprios. Tratar como sinônimo apaga os dois.
Exu e Pombagira são o mal.
Bem e mal são categorias de outra religião, aplicadas de fora. Exu e Pombagira não cabem nelas.
Quem procura a Quimbanda está desesperado.
Procura quem quer desenvolvimento. O culto exige tempo, estudo e presença — o desespero não sustenta nenhum dos três.
Basta pagar para resolver.
O templo não vende resultado. Vende-se material de estudo e curso; o trabalho do culto se faz no rito, com o adepto presente.

Na prática

Como o culto acontece aqui

O templo se organiza em três frentes. Quem chega entra por uma delas.

Toques e trabalhos

Os trabalhos do culto acontecem no templo, em data anunciada. Presença é compromisso, não visita.

Desenvolvimento mediúnico

A formação do adepto é conduzida por Mameto Padilha. Tem começo, tem ordem e tem exigência.

Esclarecimento

A Quimbanda é dita aqui com precisão. Sem exotizar, sem suavizar e sem pedir licença.